Questão indígena em foco

O Museu da Comunicação exibe no dia 28 de agosto (domingo), às 19 horas, o longa-metragem Serras da desordem, de Andrea Tonacci, na programação do ciclo Cinema e História: Problemas Contemporâneos, realizado em parceria com o Centro Acadêmico de Estudantes de História (CHIST), da UFRGS. Após a sessão, Alfredo Campos Razan, professor de História, conduz o debate com o público presente. A entrada é franca.

Este documentário, com traços de  ficção, aborda a questão indígena no Brasil e sugere a uma reflexão sobre como o tema é encarado no Brasil. O filme levou o Kikito de melhor filme nacional, divido com o longa-metragem Anjos do Sol, no Festival de Cinema de Gramado de 2006, além do prêmio de Melhor Fotografia.

O ciclo de cinema transcorre em 13 sessões de filmes, com encontros quinzenais, sempre aos domingos, às 19 horas, seguido de debates sobre questões contemporâneas retratadas nas produções, com a participação de alunos de graduação e pós-graduação, além de convidados especiais. Inscrições: hipólito-secretaria@sedac.rs.gov.br.

Sinopse: Carapirú é um índio nômade, que escapa de um ataque surpresa de fazendeiros. Durante 10 anos ele perambula sozinho pelas serras do Brasil central, até ser capturado em novembro de 1988, a 2000 km de distância de sua fuga inicial. Levado a Brasília pelo sertanista Sydney Ferreira Possuelo, em uma semana ele se torna manchete por todo país e centro de uma polêmica entre antropólogos e linguistas em relação à sua origem e identidade. Na tentativa de identificar sua origem ele reencontra um filho, com quem retorna ao Maranhão. Porém o que Carapirú encontra ao retornar já não está mais de acordo com sua vida nômade.